Se Enlouquecer, Não Se Apaixone – Resenha

Ano: 2010
Título Original: IT’S KIND OF A FUNNY STORY
Dirigido por: Ana Boden, Ryan Fleck
Avaliação: ★★★★☆ (Ótimo)

Em Se Enlouquecer, Não Se Apaixone, Craig é um garoto introvertido que está passando por uma má fase, principalmente com muita pressão sobre os ombros devido as provas, amores não correspondidos e sua relação com os pais. Sua decisão é simplesmente uma: se matar. Pelo menos em sua mente, até que resolve se internar em um hospital psiquiátrico para evitar que isso aconteça. Lá, separado do mundo que aparentemente o oprime, ele vai conhecer outras pessoas (também internadas) que lhe ensinarão muito sobre a vida e o prazer de se estar vivo.

A tradução brasileira do nome do filme não faz jus algum à trama principal do filme. Apesar de ter, em sua maior parte, uma “pegada” mais cômica, o longa consegue comover em algumas partes, principalmente no final, podendo te surpreender (talvez não ao ponto de arrancar uma lágrima, mas com certeza te leva a ficar animado por se estar animado). A sequência final de cenas que Craig nos mostra é uma das mais belas que se pode ver (dá vontade de sair correndo e viver a vida).

É fácil se encaixar na trama do filme, já que todos nós sempre estamos sobre pressão de algo, mas quase nunca conseguimos nos desvencilhar e aproveitar o momento. As trapalhadas de Craig não tiram o olhar dramático do filme, que se centraliza na recuperação desse jovem, principalmente no tocante a conhecer todos os demais pacientes e compartilhar grandes momentos, apesar de suas limitações.

Esta é, com certeza, uma boa estória a ser vista, e claro, conforme o filme nos ensina: vivida.

Análise Crítica
Data
Título Original
Se Enlouquecer, Não Se Apaixone
Nota do Autor
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